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quinta-feira, 11 de abril de 2013

Tres dias em Melbourne

Luiz

Terminado o IGE, o grupo partiu para dez dias no outro lado da Austrália. A primeira parada foi Melbourne, considerada a mais europeia das metrópoles australianas. Todos ficamos hospedados no At The Mansion, um bom e barato hostel na Victoria Parade, rua situada 15 minutos a pé do centro da cidade.


Bela vista do centro da cidade a partir de ponte sobre o Rio Yarra
Como a costa leste não faz mais parte do programa de intercâmbio e sendo um tanto difícil reunir os interesses de todos, os membros do IGE Brasil-Austrália nem sempre estiveram juntos nos passeios em Melbourne. Na maior parte deles, quem escreve teve a companhia apenas de Meire - que teve de aturar minhas pausas, sem pressa, em cafes da cidade.

Juntos, Meire e eu fizemos as seguintes visitas: Jardim Botânico, Albert Park (onde acontece o GP de Formula 1), Royal Block e outras galerias históricas do centro, catedrais, St. Kilda Beach, complexo esportivo, Docklands, biblioteca do Estado de Victoria, memorial de guerra, Federal Square, entre outros. 

Pausa num parque de Melbourne para enviar
 alguns cartões postais a amigos
Também compramos o ticket diário do transporte publico e circulamos pela cidade inclusive por subúrbios da cidade. Em Melbourne, por conta da sofisticada rede de bondes e metro, carro eh dispensável. O passe diário eh um pouco caro (6 dólares australianos pelo cartão e mais 7 pela diária), mas os bondes e trens são limpos, pontuais e sem a superlotacao de outras grandes cidades.

Depois de três dias na cidade, Meire e eu partimos para a capital do pais. Pegamos um ônibus da Greyhound as 7h15 da manha desta quinta-feira (11), na Southern Cross Station, e chegamos em Canberra por volta das 16h30. Fomos recebidos pelos rotarianos Ross e Genevieve Power, que nos hospedam em sua casa, a algumas quadras do Parlamento. Genevieve atualmente eh a chair do IGE aqui no distrito de Canberra, que este ano enviou grupo para o Mississipi, nos EUA.

Os demais membros do grupo seguiram, no final da tarde, diretamente para Sydney. Nesta sexta, faremos o circuito do onibus gratuito de turismo de Canberra e, no sábado, também partiremos para Sydney. 

Melbourne reune a elegância das cidades europeias
 com a imponência dos grandes edifícios dos EUA
 

Na quinta-feira (11) chegada de Luiz e Meire
 a Canberra, a capital da Australia
PS.: em teclado sem acentuacao em português. Assim que puder, faco as correcoes.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

As victorianas

Luiz

"Olha só quanta australiana de olho claro. Mesmo as de cabelo preto tem olho azul. Dá até raiva". A fala, em tom de brincadeira, foi da amiga e colega intercambista Meire Monteiro, num dos vários passeios que fizemos juntos ao redor de Melbourne.

Tirando o grande número de orientais, gente loira e de olhos claros é a maioria também no Estado de Victoria - costa leste.

Contudo, há diferenças a considerar entre as australianas de Perth e de Melbourne. De lá são mais bronzedas e, ousadas, abusam das minissaias e micro shorts. Já as victorianas, talvez porque em Melbourne tenha clima bem mais frio, têm pela mais clara e no modo de vestir são mais elegantes.

Como beleza é sempre muito subjetivo, mais uma vez seguem algumas fotos. Agora, as victorianas.

terça-feira, 9 de abril de 2013

No estádio para ver o jogo do West Cost Eagles no último dia do intercâmbio

Luiz

Quem acompanha o blog já sabe, o IGE Brasil-Austrália acabou no domingo (7) e, desde então, o grupo partiu para Melbourne - e depois Sydney, totalizando dez dias de descanso antes do retorno ao Brasil. O que não foi dito ainda foi a programa especial que tive no último dia em Perth.

Eagles em campo com Paterson Stadium praticamente lotado
Por um bom motivo, não pude estar com o restante do grupo no churrasco de despedida. Estava com a família anfitriã no Paterson Stadium assistindo ao segundo jogo do Eagles na atual temporada da liga de futebol australiano. O Eagles enfrentou o time que representa a Tasmânia na liga.

Com Nikki, fã do Eagles
Boa parte dos torcedores possem cadeiras cativas na primeira fase do campeonato. Todas as poltronas são numeradas e meus anfitriões na última semana, Alan e Nikki, há anos assistem ao jogos das mesmas cadeiras. Inclusive, conhecem todos os "vizinhos" no estádio.

Como Alan disputava uma semifinal de duplas no tênis, acompanhei Nikki na partida. Fomos de carro até uma estação de trem e de lá para o estádio. Nos dias de jogos, os membros (aqueles com cadeira cativa) do Dockers ou do Eagles não pagam transporte público - basta estar com a carteirinha de torcedor.

No final das contas, o Eagles perdeu de lavada. Contudo, independentemente do resultado, estar no estádio em uma partida de futebol australiano foi gratificante. Por isso, ao final do IGE, não tem como dizer que torço apenas para o Dockers (outro time da Austrália Ocidental na AFL). Também sou Eagles.

sábado, 6 de abril de 2013

No último dia do IGE, hora de dizer adeus

Luiz

Vários ex-integrantes do Intercâmbio de Grupo de Estudos (IGE), no período de preparação para a viagem, falaram sobre o quanto este programa do Rotary Internacional é espetacular. Só não fazíamos ideia  de que era tão bom – muito além das expectativas.

Luiz com a última família anfitriã: Nikki e Alan Morcombe
aprovaram os presentes trazidos do Brasil

Contudo, como tudo que é bom parece acabar rápido, com o IGE não foi diferente. Neste domingo (7), o grupo vive o último dia do programa, que por sua vez termina este ano após mais de 50 anos de história. O IGE será substituído por outro programa. Então, o intercâmbio Brasil-Austrália vem a ser o penúltimo IGE da história do Distrito 4630 – o último será o do Uruguai/Argentina, que começará em algumas semanas.

O grupo agradece a todos os rotarianos e clubes do Distrito 9465 (que podem acompanhar o blog graças ao tradutor do Google) pela amável recepção. Posso dizer que tive muita sorte por conta das famílias que me receberam. Eles sempre fizeram o possível para que eu me sentisse em casa nestes 30 dias do IGE. E foi em casa que me senti.

Nestes últimos dias, fiquei hospedado na casa de Alan e Nikki Morcombe, ambos aposentados ativos, jogando tênis quatro ou cinco vezes por semana. Vendo o casal, aprendi que é preciso ter equilíbrio para ter qualidade de vida. De nada adianta trabalhar muito e ganhar bastante dinheiro se não for para usufruir disso passando bons momentos com a família, amigos ou no hobbie favorito.

Neste domingo, à noite, o grupo pegará voo para Melbourne e, dias depois, para Sydney. Meire e eu também visitaremos Camberra, a capital. Essas cidades não fazem parte do programa, mas como a Austrália é tão longe, vale a pena aproveitar.

Antes do voo, o time terá mais uma apresentação – desta vez informal – no churrasco de despedida. Não estarei presente porque a família me convidou para assistir no estádio à partida do West Cost Eagles, time que representa Perth na liga nacional de futebol australiano (AFL). No final da tarde estarei com o restante do grupo para o momento do adeus. A Austrália Ocidental e todos os amigos que fizemos vão deixar saudades! 

Após visita ao sindicato dos jornalistas, tarde a la Robert Scheidt em Perth

Luiz (via blog Café com Jornalista)

Na capital da Austrália Ocidental, o salário inicial para um jornalista recém-formado é de, no mínimo, 40 mil dólares australianos por ano (cerca de 85 mil reais). Em Perth é muito pouco, já que um jornalista com dez anos de experiência ganha, pelo menos, três vezes mais do que isso.

Luiz: velejando pela primeira vez
A informação foi passada ao Café com Jornalista pela representante do sindicato dos jornalistas da Austrália Ocidental, Tiffany Venning. A visita do autor deste blog ao sindicato aconteceu na manhã da quarta-feira (3), penúltimo dia vocacional do Intercâmbio de Grupo de Estudos (IGE) Brasil-Austrália.

Em Perth e nos demais municípios do Estado, a negociação entre o sindicato – que conta com apenas três funcionários em tempo integral – e os patrões é válida por três anos. O sindicato representa 600 jornalistas filiados em toda a Austrália Ocidental. 

Surpresa à tarde
Em todo o calendário de visitas técnicas do IGE, para o autor deste blog foi o primeiro dia em que a o dia vocacional não tomou o dia todo. Sendo assim, à tarde sobrou tempo para algo inesperado. Meu anfitrião naquela semana, Ed McKinnon me perguntou se eu gostaria de velejar. Evidentemente, disse que sim.

Com velejadores amigos do host Ed McKinnon, segundo lugar em
competição local de vela. Comemoração foi com chope em iate clube

McKinnon, que velejou por 12 anos e chegou a conquistar o segundo lugar em uma competição nacional na Austrália, fez alguns telefonemas e conseguiu para mim lugar numa equipe que disputaria etapa local de campeonato de vela. Uma experiência única.

No final das contas, participei da competição (não fazendo muito mais do que ajudar com as velas) e trouxe para casa uma flâmula de segundo lugar na etapa. À noite, participei de confraternização com McKinnon e seus amigos no South of Perth Yacht Club.

Visita ao The West Australian, o maior jornal de WA

Luiz (via blog Café com Jornalista)

Como de costume, tenho postado aqui e também no blog Café com Jornalista algo sobre minhas visitas vocacionais do Intercâmbio de Grupo de Estudos (IGE) Brasil – Austrália. Na terça-feira (2), o programa do Rotary International me proporcionou visitar o The West Australian, o maior jornal do Estado.

The West Australian: 160 jornalistas e parque gráfico premiado
 A visita, apesar de ter sido a mais burocrática da série, foi bastante proveitosa. Fui recebido às 8 horas pelo gerente geral da empresa, Liam Roche. Há 32 anos na empresa, Roche começou como gráfico e hoje gerencia vários setores do jornal, entre eles a impressão. O parque gráfico, por onde iniciou meu tour, é impressionante.

O grupo WA Newspapers imprime também outros jornais do grupo, como o Kalgoorlie Miner, e jornais comunitários da cidade. A impressora principal possui 22 tores, sendo 16 delas para o jornal e as demais para encartes e revistas do grupo. Ao todo são 160 jornalistas, dos quais quase a metade são editores. A parte editorial ocupa dois andares de um dos dois prédios do jornal – ambos inaugurados na década de 90.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Páscoa em Fremantle

Luiz no Mercado Municipal
de Fremantle
Luiz

Após um dia de descanso com hospedagem em hotel, o time brasileiro de IGE foi recebido por famílias ligadas ao Rotary Club de Melville, que leva o nome de cidade no subúrbio de Perth. Exceto Bruno e Fernando, que ficaram na mesma casa, cada membro do grupo foi hospedado por uma família diferente.

No período da Páscoa, cada um teve bastante tempo livre com suas novas famílias anfitriãs. Na Sexta-feira Santa, tive a satisfação de conhecer os filhos e alguns netos de meus hosts Ed e Jean McKinnon, um casal fã do Dockers (time de futebol australiano). Ambos possuem cadeira cativa no estádio nos jogos do time em casa.


No feriado de Páscoa, grande movimento em Fremantle

No sábado, Ed e Jean me perguntaram o que eu gostaria de fazer. Disse que gostaria de conhecer Fremantle e passamos o dia todo na cidade onde fica a sede do Dockers. Visitamos a casa do time e também o Mercado Municipal, o centro histórico, a área do porto, uma galeria de arte e fizemos uma pausa para o almoço num bom café.

A cidade estava repleta de atrações, com encenação da Paixão de Cristo no centro. Músicos de rua e artistas disputavam a atenção dos locais e de centenas de turistas a cada quadra das ruas mais movimentadas. Na cidade, vê-se muito mais jovens do que a média, já que Fremantle é também uma cidade universitária.

Presença de Anita: reencontro inesperado na Austrália
Mundo pequeno
No domingo de Páscoa (31), retornei a Fremantle por outro motivo. Ao ler no Facebook que havia retornado a Perth, uma amiga jornalista entrou em contato comigo para dizer que estava na cidade. Anita Martins e eu fizemos parte da mesma turma de treinamento para novos colaboradores da Folha de S.Paulo – ela para escrever a partir de Florianópolis e eu, de Maringá.

Anita e o marido, fotógrafo profissional, decidiram passar uma temporada estudando inglês e trabalhando na Austrália. Agora, segundo ela, estão de partida para a Nova Zelândia, onde conseguiram visto de trabalho por um ano. Como Anita ainda passará um bom tempo longe do Brasil, foi muito bom reencontrá-la. O mundo não é tão grande quanto parece.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

As australianas

Luiz

Desde os primeiros dias na Austrália – chegamos em 8 de março – alguns amigos têm me perguntado algumas curiosidades sobre a terra dos cangurus. Em mensagens via Facebook, foram duas as perguntas mais recorrentes:

Já comeu carne de canguru?
E as australianas... são bonitas?

Sim e sim. Comi carne de canguru em Esperance (aquela cidade das belas praias), gostei e postei no blog algo a respeito. Sobre as australianas, ao menos no Estado da Austrália Ocidental a maioria é loira de olhos claros, pele bronzeada e – talvez pelo clima (quente e seco) ou por moda – muitas usam saias ou shorts bem curtos (ou, se preferir, "cintos" bem largos).

Contudo, como beleza é algo muito subjetivo, para dar parâmetros a meus amigos brasileiros, fotografei algumas australianas na rotina do dia a dia. Abaixo as fotos, em sua maioria tiradas em Perth e em Fremantle.


domingo, 31 de março de 2013

No Channel Ten, coletiva com a primeira-ministra da Australia

Luiz (via blog Café com Jornalista)

No quinto dia vocacional do Intercâmbio de Grupo de Estudos (IGE) Brasil – Austrália, o jornalista do grupo visitou do Channel Ten. A emissora conta com boa estrutura – inclusive helicóptero – e cerca de 30 funcionários na área editorial, incluindo jornalistas, cinegrafistas e produtores. Nesta quinta-feira (28) passei o dia todo na emissora, tendo a oportunidade de acompanhar do estúdio os telejornais da emissora.

Luiz com repórteres do Channel Ten na redação de Perth

Pela manhã, pouco depois da 8 horas, fui recebido pelo chefe de reportagem do Channel Ten em Perth, Dougal Wallace, que me intimou a acompanhar a repórter Aleisha Banner em coletiva de imprensa com a primeira-ministra da Austrália, Julia Gillard. Num parque em Belmont, região metropolitana de Perth, Julia inaugurou a Great Eastern Hwy, avenida que liga Perth a bairros da região leste e cidades vizinhas. O ato foi apenas simbólico, porque a ampliação da avenida – agora com três pistas em cada sentido e ciclovia – foi entregue há algumas semanas.

Como fazia mais de três meses que a primeira-ministra não dava as caras em Perth, os jornalistas presentes aproveitaram o raro momento para perguntar à ministra sobre recentes problemas políticos em seu governo. Na Austrália existem dois partidos predominantes: Labor Party (lembra o PT) e Liberal Party (lembra o PSDB). Os Labors governam o país, mas os Liberals vivem melhor momento na Austrália Ocidental. Ou seja, em Perth Gillard não estava pisando em território político favorável. Foi polida, destacou o que o governo federal tem feito pela Western Australia e aos jornalistas não falou por mais de 20 minutos.

De volta à TV, fui muito bem recebido pela gerente de notícias do Channel Ten em Perth, Kerri Sands. Ela me apresentou toda a estrutura que a emissora dispõe para o jornalismo e, fato que também é importante, levou-me à cafeteria da emissora para tomar um café. De setor em setor, conheci a âncora da emissora em Perth, Narelda Jacobs, que já foi intercambista do IGE nos Estados Unidos. A ela não precisei explicar o quanto esse intercâmbio é válido profissionalmente.

Com a âncora do telejornal do Channel Ten para a Austrália Ocidental,
Narelda Jacobs (ex-intercambista do IGE)

I'm a Docker

Luiz

Nas primeiras apresentações formais do grupo, costumava dizer que torcia tanto pelo Dockers quanto pelo Eagles. Os rotarianos gostavam da declaração, mas em seguida sempre diziam que eu precisava escolher entre um dos dois times da Austrália Ocidental na AFL (Australian Football League). Foi o que eu fiz no decorrer do programa.

Luiz com camisa do Dockers: presente dos
hosts Ed e Jean McKinnon

Por influência das famílias anfitriãs - apenas um host torce não torce para o Dockers -, acabei escolhendo o time roxo e branco de Fremantle. Feita a escolha, fui sendo agraciado com lembrancinhas do Dockers. A última delas foi uma camiseta do time, presente de Ed e Jean McKinnon, que têm cadeira cativa nos jogos do time no Paterson Stadium, em Perth.

O jogo em campo oval é muito interessante. É bem mais dinâmico que Rugby e os gols, anotados com os pés, apesar da bola oval, podem valer um ou seis pontos. Um dos melhores jogadores da liga é o carioca Harry O'Brien, que defende o Collingwood FC. São 22 jogadores em cada time, sendo 18 titulares e apenas 4 reservas.

Centro de treinamento do Dockers, em Fremantle: salários
mais altos na liga podem chegar a 1,5 milhão de dólares
australianos (R$ 3 milhões) por temporada 

Após o intercâmbio, quando chegar a Melbourne, vou tentar assistir a uma partida do estádio. Vai depender muito da disponibilidade de jogos por lá. E quando voltar ao Brasil, claro, escreverei muito mais sobre esse esporte que é o preferido dos australianos.

sábado, 30 de março de 2013

Descanso antes da reta final do programa

Bell Tower, em Perth
Luiz

O IGE Brasil-Austrália já passou da metade. E para repor as energias antes da reta final do programa, o grupo teve um dia e duas noites de descanso no hotel Ascot Quays, no retorno a Perth. Para parte do grupo, o dia de descanso teve caminhada.

Na tarde de quarta-feira (27), com exceção de Regina, o grupo optou por um passeio no Centro de Perth, com direito a testar o transporte público de Perth. Os ônibus gratuitos do centro são confortáveis e passam de cinco em cinco minutos.

Uma das paradas foi na belíssima Bell Tower, uma torre com sino no centro da cidade. Por lá, comprei alguns postais, souvenirs e tirei fotos dos cadeados em formado de coração, colocados na torre por casais apaixonados. Moda em Paris, a mania está pegando entre os australianos e turistas que visitam a cidade.

Cadeados dos apaixonados na Bell Tower

No decorrer da tarde, o grupo também visitou o bairro de Subiaco, onde fica o Paterson Stadium, casa dos times de futebol australiano Dockers e Eagles. Por aqui, por influência da maioria das famílias anfitriãs, virei torcedor do Dockers.

À noite, o grupo se dividiu na hora do jantar. Meire e eu optamos por um lanche rápido seguido de passeio na estação central de trens de Perth. De lá é possível embarcar para cidades vizinhas, como a história Fremantle - cidade portuária com cerca de 25 mil habitantes. Também passeamos por algumas lojinhas do centro, retornando para o hotel às 21 horas. O dia seguinte, de visitas vocacionais, seria bem puxado.

Mina de ouro e visita à prefeitura no última dia em Kalgoorlie

Luiz

Foram apenas quatro dias em Kalgoorlie-Boulder, a "capital" do ouro na Austrália. No último dia por lá (terça-feira, 26), o grupo teve a oportunidade de visitar a mina de ouro da cidade (Super Pit), passear pelo centro na hora do almoço e, ainda, de visitar a prefeitura da cidade. Tudo isso antes de pegar o voo de volta para Perth, às 18 horas.

Fernando: pausa para foto em mirante

Luiz: rumo à mina de ouro

 Chá da tarde na Prefeitura de Kalgoorlie, com vereadores

Na visita à mina de ouro, o grupo foi conduzido pelo rotariano John Caterton. Por azar, ventou e choveu forte (fato raro em Kalgoorlie) e algumas paradas para fotos tiveram de ser canceladas. Mas valeu a pena conferir a maior área de extração de ouro do mundo. Tudo é grandioso por lá e o tamanho das máquinas utilizadas para remover as rochas impressiona.

A pausa para o almoço foi em um restaurante no centro da cidade. A maioria optou pelo tradicional Fish and Chips (peixe com batata frita e pequena porção de salada). Depois da refeição, separei-me do grupo por um instante para tomar um expresso e procurar os correios para enviar alguns postais a amigos no Brasil. Aproveitei que ainda tinha tempo sobrando para comprar um presente para Ines, minha namorada.

À tarde, o grupo visitou a prefeitura, mas o prefeito não estava na cidade. Então, fomos recebidos por gente do primeiro escalão do prefeito - inclusive pela assessora de comunicação, a jornalista Lauren Chapman-Holle - e por três vereadores, que na Austrália Ocidental não recebem salários. No final do dia, parte do grupo se emocionou na despedida no aeroporto. Kalgoorlie deixará saudades. O voo para Perth, apesar do tempo ruim, foi tranquilo.

No aeroporto, agradecimento especial às famílias anfitriãs:
Bill e Denise Franklin (hosts de Luiz e Bruno),
Frank e Nina Andinach (Tico), Craig Hicks (Fernando),
Mario e Cathy Cudini (Meire e Regina)

quarta-feira, 20 de março de 2013

Depois da ABC, jornalista do grupo visita o Esperance Express

Luiz (via Café com Jornalista)

Nos dias de visita vocacional do IGE, normalmente, os membros do programa têm a oportunidade de fazer mais de uma visita técnica por dia. Então, no mesmo dia da visita à rádio ABC, na terça-feira (19), tive a oportunidade de conhecer o trabalho desenvolvido pelo Esperance Express.

Conforme informado na postagem anterior, Esperance é uma pequena cidade ao sul da Austrália Ocidental, Estado que tem Perth como capital. E com poucos leitores o jornal da cidade não consegue ser diário.

Luiz com jornalistas do Esperance Express
O Esperance Express é um jornal bem feito, mas tem edições apenas nas quartas e sextas-feiras. “Já publicamos na cidade, mas se tornou caro imprimir aqui e agora rodamos o jornal em Perth”, contou o editor-chefe do jornal, Paul Goldie.

Fui recebido no jornal pelo próprio editor, rotariano de um clube que o IGE visitou na noite anterior. Goldie disse que em toda a Austrália estão em circulação 300 jornais, a maior parte nas cidades de Sydney, Melbourne e Adelaide. Único jornal na cidade, o Esperance Express tem como principal concorrente o Kalgoorlie Miner – de uma cidade vizinha, mas que mantém correspondente em Esperance.

O Esperance Express emprega 15 pessoas, entre os quais uma editora e dois repórteres – além do próprio editor-chefe. Publica apenas notícias locais e tem venda média de 4.000 exemplares por edição. Considerando que Esperance possui apenas 15 mil habitantes, há de se considerar que o jornal é bem vendido. Nas casas onde já estive hospedado, percebi que o australiano tem costume de ler jornal, mesmo que seja apenas para conferir a programação da TV ou para ver a coluna social.

Na visita, perguntei e respondi a várias perguntas. O que era para ser apenas um bom bate-papo virou entrevista, com matéria prevista para ser publicada na sexta-feira (22). No Esperance Express, também tive a oportunidade de conhecer a editora Lauren Vardy e o repórter Rex Drabik, que escreverá a matéria sobre a visita do IGE Brasil – Austrália a Esperance.

Por falar em entrevista, aquela concedida à ABC foi ao ar em rede nacional na Austrália, na manhã desta quarta-feira (20). Fiz-me entender e recebi elogios de quem ouviu a entrevista.

terça-feira, 19 de março de 2013

Rádio ABC em Esperance, no terceiro dia de visita vocacional

Luiz (via blog Café com Jornalista)

Nos moldes da BBC de Londres – financiada com dinheiro público – a Australian Broadcasting Corporation (ABC) é a emissora pública da Austrália. Em todo os país, são 60 escritórios espalhados pelas principais cidades, sob comando de redações em Melbourne, Sydney e Perth. Nas menores cidades a cobertura é feita por equipes enxutas.

Com a equipe da ABC em Esperance: visita vocacional
à emissora pública teve direito à entrevista

No terceiro dia de visitas vocacionais do Intercâmbio de Grupo de Estudos (IGE) Brasil – Austrália, visitei nesta terça-feira (19) a redação da ABC em Esperance, na Austrália Ocidental (Western Australia). O escritório conta com três estúdios e conta com apenas uma secretária, uma produtora e uma repórter. A cobertura é focada nas área de agricultura, pecuária e pesca, que formam a base da economia de Esperance.

Os jornalistas da ABC me ajudaram a entender um pouco melhor Esperance. A cidade possui 400 fazendas e cerca de 15 mil habitantes que, agraciados por praias de beleza ímpar (mas com água gelada), têm entre seus hobbies jogar vôlei. Todos em Esperance são fazendeiros, filhos de fazendeiros ou têm alguém na família que seja. A jornalista da emissora, Tara De Landgrafft – suplente do IGE da Austrália que visitará o Brasil – também é filha de fazendeiros.

Bruno também visitou a fazenda dos Gray,
família que hospeda Luiz em Esperance

Na segunda-feira (18), primeiro dia em Esperance, tive a oportunidade de visitar a fazenda de minha família anfitriã, John e Louise Gray, e também de dirigir um trator dos grandes. As fazendas de Esperance, todas planas, contou-me John Gray, são muito bem equipadas e, por isso, não demandam grande número de trabalhadores. Os Gray tocam a fazenda com apenas um trabalhador de fora da família.

Praia distante 200 metros do centro de Esperance-WA

Voltando à ABC, Tara disse que emissora conta com cerca de 3.500 funcionários, dos quais 15% são jornalistas de rádio e TV. Descobri que o salário médio de um jornalista na ABC, contratado por tempo integral, é na faixa de 137 dólares australianos por ano. Na moeda brasileira, cerca de R$ 280 mil por ano. Evidentemente, o custo de vida na Austrália é muito maior. Para se ter uma ideia, o quilo de banana por aqui custa na faixa de R$ 10.

Ao final da visita à emissora, na primeira parte da manhã, concedi entrevista à produtora Serena Shaddick. Devo ter dito algo errado no inglês porque Tara, que acompanhava a entrevista, caiu na risada em determinado momento. Serena perguntou-me principalmente sobre o que é o grupo de estudos do qual eu faço parte e minhas primeiras impressões sobre a Austrália.

No final das contas, dei e recebi lembrancinhas dos novos amigos jornalistas em Esperance. A entrevista deve ir ao ar na manhã de quarta-feira (20), noite de terça-feira no Brasil.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Muita emoção no aniversário de 35 horas

Luiz

Dia 12 de março foi especial. Não apenas porque no Vaticano deu-se início ao conclave para a escolha do próximo papa ou aqui, na Austrália, tivemos nossa primeira visita vocacional - a minha no Channel 7. Foi especial também porque era meu aniversário.

Pork Belly with red wine
Como o fuso horário de Perth está 11 horas adiantado em relação a Brasília, meu aniversário (e do Tico também, no dia 13) teve 35 horas. Quando aqui o dia 12 já havia acabado, no Brasil amigos ainda me desejavam saúde, sucesso, paz, etc, via Facebook.

As felicitações não se limitaram à rede social ou a aperto de mãos. Tão logo retornei do Channel 7, minha família anfitriã (Wayne e Fran Muller) me levaram para comemorar o aniversário em um resort, às margens do Rio Swan. No jantar, tivemos a companhia de Regina e de sua hostess Jennie Hunt.

Regina e sua hostess Jennie estiveram no jantar de aniversário

Foi um jantar inesquecível. Acompanhei Fran na escolha do prato: Pork Belly (carne de porco com direito a pururuca, sobre pedaços de brócolis e fatias de abóbora). De dar água na boca só de olhar! Regina e Wayne pediram algum tipo de salada e Jennie, salvo engano, sopa. Para acompanhar tivemos um bom vinho tinto australiano e, ao final, um bolinho de aniversário com café expresso - por conta da casa. Pensa alguém que foi dormir feliz!

No dia seguinte, aniversário do Tico, nosso grupo fez sua primeira apresentação (do qual falarei em postagem específica). Na reunião do Rotary Club de Mill Point, realizada num elegante clube de golfe, Tico e eu fomos parabenizados pelo aniversário e recebemos alguns presentes do clube, entre eles um minidicionário com palavras típicas do "inglês australiano". Mr. Wayne Muller me deu de presente uma bela caneta em caixinha de madeira.

Presentes de aniversário: destaque para o dicionário de inglês australiano

Agora entendo melhor o que queriam dizer Helena Silvestre, Flávio Vicente, Gilberto Sordi, Mário Kopp, Hiroaki Kimura - e alguns outros amigos ex-intercambistas do IGE - quando falavam que tem coisas que só o Rotary International pode proporcionar. 

segunda-feira, 11 de março de 2013

Channel 7 Perth, no aniversario de 32 anos

Luiz (via blog Cafe com Jornalista)

No momento, sem meu notebook, escrevo de um desktop australiano e por isso voces notarao a falta dos acentos ortograficos. Estou no Channel 7, o mais bem sucedido canal de TV da Australia.


Leia mais sobre a visita ao Channel 7

Com sede em Sydney, a emissora mantem equipes nas principais cidades do pais, incluindo Perth. A visita ao Channel 7 Perth, vale ressaltar, eh parte do programa vocacional preparado pelo Distrito 9465 para os membros do Intercambio de Grupo de Estudos (IGE) Brasil-Australia.

Mr. Wayne Muller, que me hospeda em sua casa por esses dias, deixou-me logo cedo na porta da emissora, onde fui recebido pelo chefe de redacao, Dale O’Neill. No meio da manha, o diretor de conteudo da emissora, Howard Gretton, recebeu-me em sua sala para saber mais sobre o que faco no Brasil, onde trabalho e, claro, sobre minha primeira impressao da Australia.

No estúdio do principal telejornal do Channel 7 Perth: Today Tonight

Foi uma excelente conversa, pois pude saber mais sobre a emissora. O Channel 7 Perth tem tres telejornais ao logo do dia (10h30, 16h30 e 18h30), cada um com 30 minutos – incluindo comerciais. `A tarde, acompanharei um desses telejornais com o supervisor de producao, Paul Giglia. Juntos, os tres telejornais somaram ontem, de acordo com o “Ibope” australianio, audiencia de aproximadamente 1,3 milhao de telespectadores nas cinco maiores cidades do pais: Sydney, Melbourne, Brisbane, Adelaide e Perth.

Em audiencia, o canal que estou visitando esta para a Australia como a Rede Globo esta para o Brasil. O Channel 7 eh lider de audiencia, tendo como principais concorrentes Channel 9 e Ten (ambas emissoras comerciais) e a ABC (emissora publica da Australia). “Fico sempre acordado ate sair o resultado da audiencia, `as 3 da madrugada”, contou-me Howard Gretton.

O resultado da ultima audiencia deixou Gretton satisfeito, em Perth a Channel 7 venceu a concorrencia durante todo o dia. No Seven News (noticiarios da emissora), ontem, foram 216 mil telespectadores contra 82 mil do Nine News, do Channel 9. Aproveitei a ocasiao para presentear Gretton e O’Neill com cachacas da marca 51.

domingo, 10 de março de 2013

No primeiro dia com as famílias anfitriãs, grupo conhece mais sobre Perth

Luiz

Se já nos primeiros dias - com picnic e orquestra, passeio às margens do Rio Swan, excelente recepção - o intercâmbio estava ótimo, precisamos informar que o IGE ficou ainda melhor em seu terceiro dia. Neste domingo (10), cada integrante do grupo conheceu suas primeiras famílias anfitriãs (host families).

No terceiro dia do Intercâmbio de Grupo de Estudos (IGE)
do Rotary, encontro com as primeiras famílias anfitriãs

Com o sono prejudicado, ainda por efeito do jet lag, Tico, Fernando e eu acordamos antes das 6h30 e decidimos dar um passeio pelo Centro. Perth é uma cidade jovem, moderna e repleta de bosques e áreas verdes de lazer. Banhada pelo Rio Swan, tem em seu skyline arranha-céus comerciais que dividem espaço com igrejas e prédios públicos históricos.

Apesar ter mais de 1,6 milhão de habitantes, a cidade aparenta ser mais pacata que Maringá, com seus 360 mil habitantes. E há uma explicação para isso: Perth possui uma boa malha de ciclovias (com muitos ciclistas as utilizando) e o transporte público no centro é confortável, eficiente e, pasmem, de graça. Três linhas apelidadas de Cat ligam os principais pontos do centro da cidade e, não tendo que pagar por ônibus com ar-condicionado, pra que tirar o carro da garagem?

No retorno da caminhada, o grupo preparou as malas para deixar o hotel. Começou aí a jornada com as host families. Elas estavam nos esperando no saguão do hotel. Foi um momento de grande alegria e, novamente, o Distrito 9465 preparou tudo de modo para que nos sentíssemos em casa. Cada membro com sua família, partimos para dois passeios. Pela manhã, estivemos no Kings Park (ver a próxima postagem) e depois do almoço em uma bela cafeteria partimos para um passeio oficial pelo Centro da cidade.

Perth vista de Mill Point, charmoso bairro onde moram
as primeiras famílias anfitriãs

Entre nossos guias estava Wayne Muller, ex-líder do IGE para Hong Kong, que para minha grande satisfação me recebe em sua casa, no charmoso bairro de Mill Point. Wayne (como prefere ser chamado) é um australiano orgulhoso de sua cidade. Demonstrou isso a cada história contada sobre Perth e a cada comentário feito sobre os belos prédios do Centro. De carro, entre um trajeto e outro, aproveitei para perguntar o máximo que pude não apenas sobre a cidade, mas também sobre o Estado (Austrália Ocidental, em inglês Western Australia) e o País.

Aprendi com Wayne inclusive sobre o sistema de governo australiano. Por aqui, o povo vai às urnas para escolher os membros do legislativo. Num sistema similar ao da Grã-Bretanha, o partido com o maior número de representantes, tendo a maioria, indica o primeiro ministro. Nas eleições do último sábado (9), os liberais (Liberals) venceram os trabalhadores (Labors), conquistando 33 das 59 cadeiras da Assembleia Legislativa da Austrália Ocidental.

No final da tarde, chegamos à casa de Mr. Wayne, onde conheci sua esposa Fran Muller, ambos na faixa dos 70 anos. Uma casa espaçosa, com vários cômodos. Como os filhos já saíram de casa, hoje vivem apenas eles dois na residência que, como tantas outras em Perth, não tem cerca.

Wayne e Fran gostam muito de viajar e já estiveram em vários países. A última viagem foi para os Estados Unidos e, se não entendi errado - porque o bate-papo por aqui é apenas em inglês -, eles puderam conhecer o Grand Canyon e o Parque Nacional de Yellowstone.  O casal ficou muito impressionado com o material turístico que entreguei a eles sobre as Cataratas do Iguaçu e, agora, não descartam a possibilidade de viajar para o Brasil durante a Copa do Mundo ou nas Olimpíadas do Rio, em 2014 e 2016 respectivamente.

Luiz na entrega das lembrancinhas para Wayne e Fran Muller,
sua primeira família anfitriã. O artesanato feito por
sua mãe agradou os australianos

Para o jantar, tivemos fish and chips (peixe com batata frita) e salada. Conversamos bastante sobre viagens e um lado esclareceu para o outro dúvidas sobre Austrália e Brasil. Entreguei a eles alguns presentes e Fran ficou excepcionalmente contente com os artesanatos que minha mãe preparou para as host families. Foi mais um dia e tanto!

quarta-feira, 6 de março de 2013

IGE, um sonho que se torna realidade

by Luiz

Foi emocionante ver a presença de amigos, familiares e de lideranças do Rotary no embarque para São Paulo - primeira etapa da viagem deste IGE para a Austrália. No Aeroporto de Maringá me lembrei que há um ano eu estava lá no saguão, mas na condição de suplente do IGE para o Japão, despedindo-me dos amigos que partiam para o outro lado do mundo. Tinha chegado a minha vez e o frio na barriga foi grande.

Regina, Tico e Bruno
O sonho de ser membro do IGE começou com a abertura do edital de seleção e, posteriormente, com minha aprovação. Era a última chance de fazer parte desse seleto grupo de intercambistas, já que o IGE chega a sua última edição. Será substituído por outro programa, com formato e regras bem diferentes. No último ano do programa, o Distrito 4630 enviará também um grupo para o Uruguai/Argentina (que também tem blog).

E o que era sonho foi se tornando realidade a cada reunião realizada pelo grupo. Foram dez reuniões ao todo, sendo a última delas quatro dias antes do embarque. Nelas, o grupo pensou nos mínimos detalhes, conforme registrado aqui no blog.

A ansiedade ainda não desapareceu por completo. Talvez essa insistente companheira só me deixe quando chegarmos a Perth, primeira cidade a ser visitada neste programa de IGE. Enquanto isso, o desafio é descobrir a melhor maneira de matar tempo nesta espera de dez horas pelo voo internacional. Enquanto faço a postagem, ao som de Chico Buarque, o líder Tico e os colegas Bruno e Regina estão no maior bate-papo.  

É hora de um café e de me unir a eles na boa conversa. Assim o tempo de espera pelo voo passa mais rápido.